Vejo aos montes carcaças fortes e vistosas, cheias de vigor e transpiradoras de um ar de inabalável segurança.
Pode ser belo para os olhos.
Mas são as frestas abertas por descuido e que deixam ver um cantinho da alma, um tantinho da fragilidade e real beleza do ser que me fascinam.
Saber dos amores e dores; descobrir os anseios, as essências, os medos; conhecer as coisas simples que extasiam; ouvir as histórias que tramam a veste das emoções; saber das buscas e do que foi deixado para trás...
É a alma despida de véus, a entrega insensata, desavergonhada e imoral... seja por sengundos... seja apenas por uma troca de olhar de cumplicidade ou um gesto que expresse compreensão.
Me apaixono.
Naqueles momentos magnéticos que criam um campo de força ao redor e faz tudo o mais ficar parado... Resultado de trocas sinceras.
Então me apaixono pelo moço da poltrona ao lado que me conta sua história com olhos marejados durante um vôo de 1 hora de duração.
Me apaixono pelo senhor pescador que me olha com olhar de quem me conhece, se larga em espontânea conversa e com quem sinto profunda familiaridade por partilhar das dificuldades e belezas da vida dos homens do mar.
Quantas moças que dividiram com intensidade suas histórias de amor e de mãe, suas alegrias e dissabores... Apaixono.
Meus amigos...
E esses moços que entram e que passam e que abrem janelas com vista para paisagens das mais belas...
Me apaixono pelo lado mais humano de cada um. Desconhecido ou próximo.
Me apaixono por aquilo que faz lembrar dessa unidade de todos os seres, o que me liga a eles, a todos... Esse desejo inato de ser feliz.
Pode ser belo para os olhos.
Mas são as frestas abertas por descuido e que deixam ver um cantinho da alma, um tantinho da fragilidade e real beleza do ser que me fascinam.
Saber dos amores e dores; descobrir os anseios, as essências, os medos; conhecer as coisas simples que extasiam; ouvir as histórias que tramam a veste das emoções; saber das buscas e do que foi deixado para trás...
É a alma despida de véus, a entrega insensata, desavergonhada e imoral... seja por sengundos... seja apenas por uma troca de olhar de cumplicidade ou um gesto que expresse compreensão.
Me apaixono.
Naqueles momentos magnéticos que criam um campo de força ao redor e faz tudo o mais ficar parado... Resultado de trocas sinceras.
Então me apaixono pelo moço da poltrona ao lado que me conta sua história com olhos marejados durante um vôo de 1 hora de duração.
Me apaixono pelo senhor pescador que me olha com olhar de quem me conhece, se larga em espontânea conversa e com quem sinto profunda familiaridade por partilhar das dificuldades e belezas da vida dos homens do mar.
Quantas moças que dividiram com intensidade suas histórias de amor e de mãe, suas alegrias e dissabores... Apaixono.
Meus amigos...
E esses moços que entram e que passam e que abrem janelas com vista para paisagens das mais belas...
Me apaixono pelo lado mais humano de cada um. Desconhecido ou próximo.
Me apaixono por aquilo que faz lembrar dessa unidade de todos os seres, o que me liga a eles, a todos... Esse desejo inato de ser feliz.
